Atentado Ambiental

11/11/2009

0911200917009112009171No decorrer da feira de Agualva, após o término da mesma no dia 08-11-2009, estas fotos revelam como ficaram algumas árvores. Terá sido porque os feirantes não têm espaço para colocar os seus toldos? Isto não se faz!!!!!

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Os feirantes têm licença para comercializar os produtos na Rua da Fé?

Os feirantes pagam os seus impostos IRC e Segurança Social?

Os feirantes passam factura de venda dos seus produtos?

Os feirantes pagam os seguros das suas viaturas e seguros profissionais afectos à sua actividade profissional, que é obrigatório por lei?

Por acaso não vendem produtos contrafeitos, pois não????

Enfim, deixo as respostas ao vosso conhecimento das coisas como elas são!

Feirantes e moção de censura aquecem Assembleia de Freguesia de Agualva

A Assembleia de Freguesia de Agualva, aprovou uma moção de censura ao actual Executivo da Junta. A reunião ficou também marcada pela presença de algumas dezenas de comerciantes da Feira de Agualva, que tiveram de aguardar quase três horas até ser votada favoravelmente a proposta do Executivo de transferir a Feira para a Avenida de Santa Marta e Rua da Fé.

in Cidade Viva

22/4/2009
Junta de Agualva ao lado de feirantes no «ultimato» à Câmara

A Junta de Freguesia de Agualva está ao lado dos feirantes que pedem a mudança da feira da freguesia para a baixa de Agualva-Cacém, junto à linha de Sintra. “Queremos a feira ali e que o assunto seja despachado em dias”, assegurou o presidente da Junta, Rui Castelhano, depois de ter acusado a autarquia de “má vontade”.

Na reunião pública realizada ontem à noite na sede da Junta, autarcas e dezenas de feirantes discutiram o assunto durante mais de uma hora, entre aplausos e apelos à calma. Em 2005, a feira saiu “provisoriamente” do Largo da República, em Agualva, supostamente por seis meses, mas nunca voltou ao local. O mercado de levante decorre desde então num descampado empoeirado junto ao nó de Paiões do IC19, já no Cacém. “Estamos a ser enganados há quatro anos e a feira está a morrer”, lamentaram vários comerciantes.

A reunião contou também com a presença do vereador Lacerda Tavares, que acabou a noite a ser aplaudido. “É evidente que a Câmara está em falta há quatro anos. É tempo demais, não há volta a dar”, admitiu. O vereador responsável pelas feiras e mercados há apenas seis meses acredita que “o problema resolve-se por sugestão da associação de feirantes e olhando para o terreno”.

A reunião ficou marcada pelas críticas do autarca de Agualva à ausência de Fernando Seara, que garante ter convidado para a iniciativa. “Há um mês e meio havia acordo entre a associação de feirantes, a Câmara e a Junta para a mudança da feira para o parque de estacionamento na rua Dr. António José de Almeida, decisão que deveria estar concluída até ao final de Abril”, lembrou. No entanto, “a nove dias do fim do mês, receio que o prazo não se cumpra mais uma vez”, disse Rui Castelhano, reforçando as críticas ao presidente da Câmara.

“A feira não muda porque o presidente não quer e tem mentido à Junta e aos feirantes”, acusou. Apesar de querer acreditar “na boa fé” da autarquia, o presidente da Junta ameaça tomar uma posição de força na próxima reunião pública de Câmara, que tem lugar dia 29. “Irei a essa reunião e espero que os feirantes também, para mostrar a nossa posição a quem pode resolver o assunto de um dia para o outro”, disse.

Já o vereador Lacerda Tavares garantiu “todo o empenho” para que o assunto seja resolvido entretanto. “Espero ter respostas antes, pelo que peço ao presidente da Junta que se isso acontecer tentemos marcar novo encontro antes da reunião de Câmara, independentemente de lá irem”, disse. No entanto, Rui Castelhano avisou que “não chega receber um telefonema a dizer que está tudo resolvido, tem de haver um agendamento para dia 29”. “Quero ver isso por escrito na ordem de trabalhos. Se até dia 28 a Junta não receber esse comprovativo, informaremos os comerciantes para estarem presentes dia 29”, reforçou.

in Cidade VIVA

Feira da Agualva

11/07/2009

29/4/2008
Assembleia de Freguesia de Agualva marcada por enormes protestos

A Assembleia de Freguesia de Agualva decorreu ontem pelas 20:30 nas instalações da junta de freguesia junto à estação, e ficou marcada pela forte contestação da população.
A sessão ordinária iniciou-se com a intervenção dos moradores, e seguiu-se pela leitura das moções apresentadas pelas quatro forças políticas presentes. Das nove moções apresentadas cinco pertenciam à CDU, uma à coligação Mais Sintra e três ao Partido Socialista.

No entanto, o ponto alto da sessão surgiu com a forte contestação dos moradores e feirantes que marcaram presença na assembleia, e que obrigou o presidente da mesa a interromper a sessão durante alguns minutos. A população mostrou-se indignada pela indecisão de quando poderão ocupar o novo espaço destinado à feira e pelos dias destinados à sua realização Os feirantes pretendem que a feira tenha a duração de dois dias, nomeadamente Sábado e Domingo, mas segundo o presidente da junta de freguesia, a Câmara Municipal de Sintra só autoriza a realização da feira durante um dia.

Os ânimos exaltados durante a sessão obrigaram Rui Castelhano a prestar alguns esclarecimentos. Defendendo a realização da feira durante dois dias, o presidente revelou que a decisão está nas mãos da Câmara, embora prometa pressionar Fernando Seara para uma decisão rápida sobre o assunto. Para além dos esclarecimentos, foi revelada ainda a decisão do executivo da junta em retirar o ponto número dois da ordem de trabalhos, referente à aprovação do regulamento da feira de Agualva, da votação.

Depois de esclarecidos, os feirantes retiraram-se da sala e procedeu-se à votação das moções. Das nove moções apresentadas, oito delas foram aprovadas, embora a moção do PS sobre o elevado custo do boletim da Junta de Freguesia, só tenha sido aprovada pelo voto de qualidade do presidente da mesa. A moção apresentada pela CDU sobre a liberdade e sobre a solidariedade com os agentes sindicais foi a única a ser rejeitada, com votos do PS e da coligação Mais Sintra.

Os vários vogais presentes no local mostraram a sua insatisfação pela má gestão do tempo, que cada um teve para expressar a sua opinião, por parte da mesa da assembleia. Devido à decisão de que esta assembleia terminaria à 00:00, para o final apenas foi a votação o ponto número um da ordem de trabalhos, uma vez que a falta de tempo obrigou ao adiamento dos restantes pontos, que terão de ser votados numa próxima assembleia-geral extraordinária, com data a ser decidida numa nova reunião de lideres.

in Cidade Viva

Feira da Agualva

11/07/2009

25/6/2009
Junta de freguesia de Agualva afasta responsabilidade no “Dossier – Feira de Agualva”

Em comunicado divulgado ontem a junta de freguesia de Agualva manifesta o desagrado pela forma como a Câmara de Sintra tem conduzido o dossier – feira de Agualva.

A junta de freguesia considera que em face dos recentes desenvolvimentos sobre a localização da Feira de Agualva, dever prestar alguns esclarecimentos, nomeadamente que …”No ano de 2007 propusemos a deslocalização da Feira de Agualva para a Rua da Fé. No entanto, esta intenção não foi bem acolhida pelos moradores do local e motivou a reavaliação e revogação da intenção de mudança, por parte da JFA, pois os argumentos levantados foram e continuam a ser válidos”…
E continuam reafirmando que …”recentemente a Câmara Municipal de Sintra (CMS), à revelia desta Junta de Freguesia, reabriu a hipótese de instalação da Feira na Rua da Fé, motivo pelo qual o executivo da JFA manifesta, o desagrado pela postura da CMS, em todo o processo de mudança da Feira de Agualva;a estranheza pelo facto da CMS gerir este processo à revelia da JFA, o que implica o nosso distanciamento sobre qualquer decisão tomada”… e ainda afirmam que …”a garantia de que a JFA não aceitará assumir a gestão da Feira de Agualva na Rua da Fé e que irá agir de modo a evitar a concretização desta intenção por parte da CMS”…
in Cidade Viva

Feira da Agualva

11/07/2009

Feira de Agualva gera polémica Após ter sido informado pelo boletim da Junta de Freguesia de Agualva- Cacém de Fevereiro de 2008 que a feira de Agualva viria para a rua da Fé e para a Avenida Santa Maria, venho deste modo manifestar a minha indignação por esta decisão, tomada sem a consulta à população residente na área, dado que a realização da feira nesta zona afectará a qualidade de vida de todos e com certeza teriamos algumas questões a colocar. – Em que lugar se poderá estacionar – os moradores, os feirantes, os visitantes da feira, os fiéis que vão à missa e as pessoas que vão ao mercado assim como eventuais visitas dos moradores da zona ( Se acalhar à porta de quem se lembrou de tão estapafúrdia ideia ). – Não haveria uma zona melhor, sem habitações e em que se pudesse estacionar sem problemas. Penso que sim. Junto ao túnel da Av. Dos Bons Amigos ( Estacionamentos usados principalmente pelas pessoas que vão apanhar o comboio durante os dias de semana, ao contrário da zona escolhida que fica sempre mais cheio durante o fim-de-semana.) E porque não no Largo da República que não tem habitações próximas e nesse caso toda a zona agora escolhida serviria de estacionamento, como no tempo em que a feira era no dito Largo. – Onde irão brincar as nossas crianças ? Que já se divertem a jogar à bola ou a andar de bicicleta ou ainda a brincar ás escondidas no meio dos carros estacionados por não terem sequer um parque próprio e agora até isso lhes tiram, ao fim-de-semana que é quando têm mais tempo. Peço que esta decisão seja reconsiderada, até porque já vivemos numa cidade de tal maneira atafulhada de betão e automóveis, sem regra , planeamento e qualquer qualidade de vida, que seria a atitude mais inteligente a tomar. Um munícipe preocupado V.Purvis 18-Mar-2008